Minha Semana. 07.08.2015. Despedida Roberto Lapiccirella


Ele sempre foi a própria cultura musical. Viveu cultivando a história da música popular brasileira, por ela ladeado nos seus abrigos (bar, casa, museu do disco). Quem o conheceu sempre o admirou, mesmo com suas controvérsias. Costumávamos dizer que era um visionário. Escolheu viver dia a dia. Fez parte da história de muitos ótimos músicos que hoje sonorizam nossa cidade. E dá-lhe saudades do eterno bar Bom Motivo, do Bando da Rua, de quem foi patrono. Os afortunados viveram tudo isso com ele.

Meu sempre querido amigo e irmão Roberto Lapiccirella já quando refugiado na sua Locanda Belvedere nos fazia muita falta. Agora então....

Serás sempre a grande referência de como cultivar o melhor de nossa música.
Esta amiga te guardará para sempre no melhor espaço do coração.
Siga tua luz. Meus votos sinceros é que encontres Noel, Ismael, Wilson Batista, Lamartine Babo, Ari Barroso, Vicente Celestino, Jararaca e Ratinho, Caymmi, Ataulfo, Braguinha, Geraldo Pereira e todos os teus ídolos (vá chegando e dizendo a Noel que tu te tornaste parceiro dele heim!).

Tenho certeza de que todos vão te agradecer pela dedicação e carinho com que tratou suas obras e ficarão felizes com tua companhia. Vá em paz, estarás em casa.

Minha Semana. 22.04.2014. Feriadão.


Minha primeira, e torço pra que seja a única, experiência de engarrafamento no trânsito de rodovia. Você deve saber do que estou pra falar...

Foi minha primeira vez e acho que não vou esquecer. Você percorre as ruas da cidade desenvolvendo uma velocidade inacreditavelmente ótima. Chega na rodovia e vê lá na frente carros parados e pensa, só pode ser acidente. Mas quando se aproxima e engrossa a fila percebe que é SÓ excesso de veículos.

A sensação pode ser descrita com várias frases usuais: ”se correr o bicho pega”, “tô de mãos e pés atados”,”se arrependimento matasse”, “não tem saída”, ”a vaca foi pro brejo” e por aí vai.

A verdade é que em meu ipod rolaram 145 músicas, ou doze cds, durante as 7 horas que levei para percorrer 265 km.

Quando você inteligentemente opta por não botar o carro na estrada e fica como expectador pelos telejornais, certamente comenta – eu é que não me sujeitaria a isso, nuncaaa!!! Tá louco, enfrentar um tráfego de carros desse, a troco de quê?

Calma companheiro! Não é bem assim. Analise comigo, você pensa feliz: feriadão! Agora sim vou poder fugir desta loucura e descansar... tomar outros ares, visitar meus parentes etc., etc. Tudo de bom, e se programa imaginando que se já saiu tanta gente na quinta, o melhor é ir sexta que vai ser mais calmo... Ah quanta gente pensou a mesma coisa... E lá vamos nós, sem saber, pra um programa de índio (sei que é injustiça pois os irmãos nem das aldeias saem é só força de expressão).

E tome sol, sede, filas para sanitários com falta de papel, carros quebrados atrapalhando mais ainda. E tudo isso sem ter Governo algum pra botar a culpa...

Mas tem um lado bom, você pode apreciar a natureza; matar a curiosidade em saber quem são seus vizinhos de infortúnio, lendo as placas dos carros; seus passageiros podem jogar Candy Crush, reclamar por WhatsApp, Face. Viva! Viva! a tecnologia que não nos deixa só, mesmo engarrafados.

No fundo, no fundo só temos certeza de uma coisa: como São Paulo é M A R A V I L H O S O em dias de feriado prolongaaaaaaaado!!!!!!!!!

Minha Semana. 09.09.2013. Sete dias no Tibete.


Se você me perguntar se era meu sonho conhecer o Tibete, confesso que às vezes me imaginava lá mas não chegava a ser um sonho. Ficava pensando como seria estar num país tão apegado às tradiçoes da filosofia budista, com um povo de costumes diferentes... E do nada veio um convite para partilhar uma viagem até lá, não pensei duas vezes.

Já nas terras dos himalaias me policiei muito para não procurar o Tibete das reportagens de tv, o Tibete transcendental, pois fatalmente me decepcionaria. Olhei para a realidade crua e nua de um povo que me pareceu perdido entre a transiçao da modernidade trazida e, quero crer, imposta pelo governo chinês e a força da religiosidade budista, entranhada nos muitos mosteiros e monastérios visitados, orgulhosamente mostrada nas bandeirinhas coloridas com as cores nacional, expostas no alto do telhado das casas tipicamente tibetanas, na área rural.

A mim me encantou muito a natureza ainda quase toda intacta e preservada daquela topografia ímpar composta por montanhas e mais montanhas, rios que desciam livres e um céu azul que se salpicava de estrelas ao anoitecer. Me encantaram as vestes das mulheres que teimam em manter a tradição com suas saias escuras e longas e combinadas com a sobreposição de um avental listrado e colorido.

Não faço exatamente um depoimento, aqui pincelo minhas superficiais impressões pois foram apenas sete dias e é preciso ficar mais tempo para saber mais e entender...

Minha Semana. 02.08.2013. Um domingo de Dominguinhos.


A natureza deu a sua contribuição e o domingo foi de céu azul, sol presente com seus vinte e seis graus. Tudo certo. Nós os fãs, admiradores, alunos e replicadores da obra do grande mestre completamos a homenagem. Que privilégio!

Começou lá no Vale do Anhangabaú. O forró correu solto ao som dos sanfoneiros e zabumbeiros que chegaram um a um e foram se juntando na alegria de fazer soar bem forte o som de Dominguinhos. E muita gente não conseguiu ficar parada, caiu na dança ali mesmo no calçadão público.

O momento especial ficou por conta da interação entre cantores e músicos na interpretação dos três maiores sucessos do mestre: De volta pro aconchego, Eu só quero um xodó e Lamento Sertanejo. Êta coisa boa!!!! Taí no vídeo abaixo pra vocês conferirem.

Depois, em cortejo musical subimos para a Rua Riachuelo, tomamos a Rua da Consolação e chegamos ao Minhocão para nos juntarmos à festa julina que ali acontecia e assim, nesta bela caminhada, finalizamos a carinhosa, singela e muita verdadeira homenagem a este que foi um grande compositor, músico e cantor das nossas raízes caboclas e sertanejas.

Esteja sempre em paz Dominguinhos, que o céu se ilumine com sua presença. Nós aqui vamos continuar consumindo sua luz através de suas canções.

Obrigada Léo Rodrigues pela iniciativa e organização. Agradeça seus colaboradores por nós.

Minha Semana. 26.07.2013. Do meu jeito. O lançamento continuação


No show de lançamento do CD Do meu jeito como já tive oportunidade de contar as participações de Luiz Carlos da Vila e Ibys Maceioh foram de uma imensa alegria. Não me esqueço de Luiz Carlos que mesmo sendo sofrido o um pequeno acidente – caiu e ficou com um galo na testa - declarou que não deixaria de participar do meu show por nada no mundo . Grande Luiz! E os parceiros musicais daquela noite , Cidinha Zanon, Adriana Moreira e Johnny Lúcio no coro, Osvaldinho da Cuíca e Guello na percussão, Edu Salmaso na bateria, João Poleto no sopro, Milton Mori no cavaco, Silvinho Mazzuca no baixo, Edmilson Capelupi no violao e direção musical e Carmo Lima na produção foram todos importantes para brilho do espetáculo. Rogério Nóia foi um caso à parte, além de dirigir o show, batalhou muito pela bela capa do CD junto ao atarefadíssimo Elifas Andreato. Valeu à pena.

Por isso é por tudo o mais, obrigada a todos do fundo do meu coraçao.

Depois conto dos shows que se seguiram…

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Carmen Queiroz, é cantora de música popular brasileira, paranaense, radicada em São Paulo. Moldada com as influências de grandes intérpretes da MPB e reconhecida como uma das mais belas vozes do cenário musical brasileiro.
Com uma identidade vocal marcada por um timbre ímpar que mescla bom gosto à sofisticação, busca preservar a memória da música popular, mantendo o diálogo entre o tradicional e o contemporâneo.
Ao longo de sua carreira registra cinco trabalhos fonográficos solos (Flor da Paz, Leite Preto, Do meu jeito, Carmen Queiroz canta Cássio Junqueira, Enquanto Eu Fizer Canção) e participações em cds outros. Todos os seus CDs são distribuídos pela Tratore.

carmenqueiroz00@gmail.com






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